O setor da construção civil será o maior mercado consumidor de cobre em 2035, impulsionado pelo crescimento populacional, pela crescente urbanização e pelo aumento da densidade de cabeamento.
Na média, as projeções das várias instituições são as seguintes: Ouro – US$ 4.900/onça; Cobre – US$ 10.550/t; Minério de ferro – US$ 90-100/t; Níquel – US$ 15.250/t; Lítio – US$ 28.000/t.
O desempenho foi impulsionado pelo aquecimento do mercado de trabalho e renda da população, com o setor imobiliário sendo grande indutor no consumo de cimento, puxado pela retomada das obras do programa Minha Casa, Minha Vida.
A Vale pretende utilizar os recursos líquidos da emissão para finalidades corporativas gerais, incluindo, mas não se limitando, à recomposição parcial de caixa.
O maior importador mundial de minério de ferro continua a enfrentar dificuldades com um setor imobiliário estagnado e margens de lucro comprimidas no setor siderúrgico, fatores que limitam o apetite por reposição de estoques.
Perspectiva está alinhada em duas frentes principais: a força do MCMV, que deve gerar uma demanda adicional de 2,5 a 3 milhões de toneladas de cimento por ano, e os investimentos contínuos em infraestrutura.
Para o Brasil, há um enorme potencial de aproveitamento desses materiais. Estudos indicam que o país possui cerca de 21 milhões de toneladas de óxidos de terras raras em reservas – aproximadamente 23% das reservas mundiais.
NO Brasil, Projeto de Lei prevê incentivos fiscais relevantes, como a aplicação do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI) ao setor mineral.