É o que afirma o diretor da SGM do Ministério de Minas e Energia, Frederico Bedran, que defende a rastreabilidade do ouro como forma de coibir a atividade ilegal.
Estado tem potencial para liderar novos investimentos em projetos de minerais estratégicos para a transição energética e descarbonização da economia global.
Redução do número de descobertas de minas e o aumento da exploração ilegal de ouro, em garimpos clandestinos, contam como aspectos negativos do Brasil.
Presidente do Ibram afirmou que o Brasil “é uma potência que tem pés de barro”, porque apesar de ser um maiores produtores agrícolas, mantém uma dependência de 70%.