Com o ouro atingindo máximas históricas (tendo superado os US$ 4.600 por onça em momentos de 2025 e ultrapassando US$ 5 mil em 2026), o metal tornou-se um dos ativos mais rentáveis da carteira do Banco Central do Brasil.
A produção mundial de aço teve um leve aumento de 0,3% em agosto de 2025, atingindo 145,3 milhões de toneladas, com crescimento impulsionado principalmente pela Ásia e América do Norte, enquanto a China, Europa e América do Sul registraram quedas.
A Atlas Lithium anuncia resultados promissores da subsidiária Atlas Critical Minerals em projetos de terras raras em Goiás e Minas Gerais, com potencial para produção diversificada e impacto na cadeia de suprimentos de minerais críticos.
A Petrobras assinou contrato com a Engeman para retomar as operações das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia e Sergipe (FAFEN-BA e FAFEN-SE) até o final de 2025, gerando cerca de 800 empregos diretos e indiretos.
A Hochschild Mining nomeia Cassio Diedrich, ex-Vale e Glencore, como novo Diretor de Operações, com foco no desenvolvimento de projetos de ouro no Brasil, como Mara Rosa e Monte do Carmo.
Estudo de viabilidade atualizado do Projeto Bandeira, da Lithium Ionic Corp., em Minas Gerais, aponta aumento na vida útil da mina, redução de custos e melhoria na economia, consolidando-o como um dos projetos de lítio em rocha dura mais competitivos globalmente.
Brasil e Canadá firmam parceria para fortalecer a cooperação em mineração, energia e transição energética, visando o desenvolvimento sustentável e o aumento do comércio bilateral.
Fusão da Anglo American e Teck Resources fortalece posição do Brasil no portfólio da nova gigante de mineração, com destaque para o minério de ferro premium de Minas-Rio e os planos de descarbonização.
A G Mining Ventures Corp. anuncia descobertas promissoras de ouro em Oko West (Guiana) e Gurupi (Brasil), expandindo a mineralização e impulsionando o potencial de crescimento da empresa.