O Serviço Geológico do Brasil (SGB) gerou R$ 1,8 bilhão em lucro social em 2024, impulsionado por ações de mapeamento geológico e pesquisa de recursos minerais, contribuindo para investimentos, desenvolvimento regional e a transição energética.
Especialistas defendem a criação de um programa nacional de extensionismo mineral para impulsionar a inovação e a competitividade das 6.000+ micro, pequenas e médias empresas de mineração no Brasil, financiado por um fundo específico com contribuições das grandes mineradoras.
Novo mapa geológico do Centro-Oeste, lançado pelo SGB, destaca o potencial da região para ouro, manganês, e outros recursos minerais, impulsionando investimentos e a gestão ambiental.
Os primeiros resultados do Projeto Ouro Brasil, com mapeamento detalhado das ocorrências de ouro no país e foco na Zona de Cisalhamento Congonhas-Itaverava (MG), foram apresentados.
O Brasil detém 23% das reservas mundiais de terras raras, segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), e busca ampliar o conhecimento geológico e transformar esse potencial em reservas explotáveis, apesar da produção atual ser inferior a 1% da mundial.
Primeiro levantamento aerogeofísico no Tocantins, buscando minerais estratégicos como ouro, cobre, níquel e terras raras, impulsionando o conhecimento geológico e atraindo investimentos para a região.
Pesquisa do SGB cria padronização nacional para províncias e distritos auríferos, com mapas detalhados e nova nomenclatura, visando maior precisão e transparência na mineração de ouro no Brasil.
O SGB identificou 39 novas ocorrências de elementos terras raras e urânio na Bacia do Parnaíba, Piauí, com potencial para impulsionar a transição energética.
O SGB inicia pesquisas de minerais críticos como terras raras, fosfato e nióbio no oeste de Minas Gerais, impulsionando a geologia e a mineração na região.
O SGB lançou painel interativo sobre o potencial de agrominerais em São Paulo, destacando alternativas sustentáveis para a agricultura e a redução da dependência externa de fertilizantes.
Novo estudo do SGB revela expressivo potencial de titânio em regolitos no Paraná e Santa Catarina, abrindo caminho para a exploração desse mineral estratégico no Brasil.