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Reconhecimento da FGV marca a primeira conquista do Selo Ouro pela siderúrgica, que já mantém uma intensidade de emissão aproximadamente 55% inferior à média global do setor.

Resolução nº 85/2021 sobre aproveitamento de rejeitos atendeu oito dos dez critérios avaliados e já conta com diversos projetos exitosos em menos de um ano de implementação.

Galvani estreia com Selo Ouro, enquanto InterCement conquista o prêmio pela 13ª vez consecutiva no programa de inventário de emissões de gases de efeito estufa.

A cerimônia de certificação aconteceu dia 16 de setembro.

Certificação pelo terceiro ano consecutivo reconhece o controle de emissões diretas e indiretas em todas as operações da companhia no Brasil, com plano de neutralização de carbono até 2035.

Recertificação atesta redução de 33% nas emissões de CO₂ entre 2017 e 2025, com emissões totais de 37,37 milhões de toneladas de CO₂ equivalente auditadas pela BVQI do Brasil.

Certificação reconhece a transparência nos inventários de emissões de gases de efeito estufa da empresa desde 2008, alinhando-se ao seu Plano de Mineração Sustentável.

Reconhecimento ocorre pela transparência nas emissões de gases de efeito estufa, investimentos em reflorestamento e certificação ASI para a cadeia do alumínio.

Reconhecimento pela terceira vez consecutiva atesta o rigor e a maturidade dos processos de coleta e verificação de dados da mineradora em inventários de gases de efeito estufa.

Gerdau recebe a certificação pela terceira vez consecutiva, enquanto Galvani Fertilizantes obtém o Selo Prata por sua estratégia de descarbonização e redução de emissões.

A conquista da MRN é um reconhecimento sobre a publicação das emissões de Gases de Efeito Estufa.
