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EMISSÕES

Nexa certificada com Selo Ouro do GHG Protocol pelo terceiro ano seguido

Por Redação Brasil Mineral
Nexa certificada com Selo Ouro do GHG Protocol pelo terceiro ano seguido

Pelo terceiro ano consecutivo, a Nexa é certificada com o Selo Ouro do GHG Protocol por seu rigoroso controle de emissões de Gases de Efeito Estufa em todas as suas operações no Brasil.

A Nexa obteve o padrão Selo Ouro, concedido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP), pelo controle de emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE) em suas operações. É o terceiro ano consecutivo no qual a empresa é reconhecida, o que só reforça a importância que a Nexa dá ao tema das mudanças climáticas. A avaliação considerou as emissões diretas e indiretas (escopos 1, 2 e 3) em todas as suas operações no Brasil.

Ao longo dos anos a companhia tem amadurecido seus controles internos e tem evoluído para se adaptar à expectativa global de ser a mineração que muda com o mundo. “Um inventário completo e verificado atesta a robustez e a confiabilidade dos nossos controles. Esta certificação também evidencia que a Nexa conduz a sua gestão em alinhamento aos valores de eficiência e de geração de um legado positivo”, aponta o gerente geral de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e ESG, Adriano Soares. A Nexa elabora a cada ano o inventário de emissões de GEE, utilizando a metodologia do GHG Protocol, onde avalia todas as suas fontes de emissões. Entre as 27 categorias indicadas na ferramenta, as principais fontes de emissão para a Nexa estão em combustão estacionária e processos industriais (Escopo 1), aquisição de energia elétrica (Escopo 2) e bens e serviços comprados, transporte e distribuição (Escopo 3). O GHG Protocol é um padrão reconhecido internacionalmente e apoiado por organizações como a Organização das Nações Unidas (ONU), Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o mais utilizado por empresas e governos – com presença em mais de 140 países, representando mais de 90% das emissões globais de GEE.

Em 2025 a Nexa atualizou sua abordagem de gestão climática ao adotar a meta de intensidade de emissões de Escopo 1 por tonelada de zinco produzido, indicador que permite acompanhar de forma mais direta os ganhos de eficiência operacional e a evolução da descarbonização. Para assegurar consistência histórica, o baseline de emissões de 2020 foi revisado, considerando a saída da unidade de Morro Agudo do portfólio desde 2024 e a inclusão das emissões de processos industriais nas unidades de metalurgia de Juiz de Fora e Três Marias, fonte relevante que não constava da base original. As verificações foram conduzidas por terceira parte independente, reforçando a confiabilidade das informações reportadas. Como parte de seus compromissos climáticos, a companhia se compromete a formalizar até 2035 um plano estratégico para neutralização das emissões de Escopos 1 e 2.

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