Apemi quer combater desinformação e minimizar riscos da mineração

17/01/2026
Para a entidade, o triênio 2026 a 2028 será ainda mais relevante e decisivo, porque a mineração hoje está no centro dos debates e “parece que hoje todo mundo virou especialista em terras raras e minerais estratégicos”

 

“Fortalecer e projetar a Engenharia de Minas e a mineração, atividades essenciais para o País, para o estado de São Paulo e indispensáveis para uma transição energética; Servir à Engenharia de Minas, à sociedade e às futuras gerações profissionais; Valorizar a formação de novos profissionais; Fortalecer a atuação profissional, combatendo a desinformação; e promover a aproximação com a Academia”. Estas são as metas estabelecidas pela nova diretoria da Apemi (Associação Paulista de Engenheiros de Minas), que foi empossada no dia 15 de janeiro, juntamente com o Conselho, para um mandato de três anos, de 2026 a 2028.

A nova diretoria é presidida por Nelson Mitihiro Tsutsumi e tem como membros: 1º Vice-presidente – Ciro Terêncio Russomano Ricciardi; 2º Vice-presidente – Carlos Eduardo da Silva Braga Filho; 3º Vice-presidente – Anna Luiza Marques Ayres da Silva; 1º Secretário – Elcio Auricchio; 2º Secretário – Rodrigo Cordova; 1º Tesoureiro – Uriel Camilo Neri Silva; 2º Tesoureiro – Fernando Udihara Aoki. Já o novo conselho é formado por: Homero Delboni Junior, Vladimir Aps, Luiz Carlos Ghizzi, Fabio Jose Prati, Alexandre Sayeg Freire, Milton Akira Ishisaki, Marcelo Chamma, José Roberto Leite Reis, Maurício Guimarães Bergerman e Eduardo Henrique Marsola Nino de Guzman
para o triênio 2026 a 2028.

Em seu discurso de posse, Nelson Tsutsumi disse que os engenheiros de minas precisam atuar de forma a minimizar os riscos da atividade de mineração, promover o reconhecimento técnico da Engenharia de Minas e se aproximar da Academia. “Precisamos devolver para a sociedade o que recebemos em termos de conhecimento”, afirmou, acrescentando que essa devolutiva dever ser materializada em ações práticas.  

“Queremos, também, promover uma mineração moderna, segura, responsável e, acima de tudo, transparente, alinhada com as melhores práticas.

Tsutsumi salientou que o triênio 2026 a 2028 será ainda mais relevante e decisivo, porque a mineração hoje está no centro dos debates e “parece que hoje todo mundo virou especialista em terras raras e minerais estratégicos”. Para ele, falar em mineração, hoje, envolve segurança energética, segurança alimentar e sustentabilidade. “Nós temos o dever de atuar com o setor produtivo, com a Academia, sempre levando o nosso melhor conhecimento, a nossa melhor técnica, para ajudar na transformação da indústria, promovendo a mineração responsável, que está intimamente ligada à engenharia”, salientou o presidente da Apemi, observando que a Escola Politécnica da USP (que foi o berço da entidade) representa “a fase da engenharia brasileira moderna, o pensamento crítico, a formação de lideranças técnicas e a defesa inegociável de conhecimento como instrumento de desenvolvimento social, econômico e ambiental”.