Receita líquida foi de R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2025, o que representa um crescimento de 2,0% em relação ao mesmo trimestre de 2024, impulsionado pela recomposição tarifária.
O empreendimento da LGA entrará em operação completa no segundo semestre de 2025 e tem como premissa estratégica a capacidade de processar ROM (run of mine) com menor teor de ferro, e transformá-los em concentrados com mais de 65% de Ferro.
A conclusão é do estudo ‘Minerais Críticos do futuro e o papel estratégico do Brasil na transição para uma economia de baixo carbono’, elaborado pela Deloitte.
Quantia é US$ 221 milhões inferior ao primeiro trimestre de 2024, mas, segundo a empresa, está em linha com a revisão do plano de investimento para 2025.
Os rendimentos do Stream Supplement apoiarão o crescimento contínuo e os programas de investimento em integridade de ativos nas Operações de Xavantina.
A empresa atua no segmento de terras raras e seu principal projeto é o Caladão, que está em fase de exploração mineral no município de Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha, o chamado Vale do Lítio.