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A conclusão marca o avanço da descaracterização de barragens no estado, com mais de R$ 12 bilhões já investidos no programa de 30 estruturas.

Redução foi possível por avanços técnicos em sondagens geotécnicas e monitoramento, aproximando a Vale de seu compromisso de eliminar barragens em nível crítico até 2025.

Obra em Crixás (GO) envolveu a secagem do reservatório, economia circular com aproveitamento de estéril e mais de 1 milhão de horas-homem sem acidentes.

Operação marca 16ª estrutura eliminada pela mineradora, atingindo 53% do programa de descaracterização de barragens a montante.

46% do programa já foi concluído com desembolsos de US$ 1,7 bilhão, e a mineradora prevê atingir 70% até o final de 2026.

Conclusão da descaracterização do Lago III, realizada entre 2021 e 2024, cumpre exigência legal de eliminação de barragens construídas com método a montante.

Companhia alcança a meta de 2022 eliminando 12 barragens desde 2019, atingindo 40% do programa de 30 estruturas construídas pelo método a montante.

Com a eliminação de duas estruturas, o programa atinge 40% da meta anual, e a mineradora reforça seu compromisso com a segurança após o rompimento de Brumadinho.

Barragem deixou de operar em 2019 e será eliminada como parte do programa que já descaracterizou 12 de 30 estruturas, gerando 122 postos de trabalho nas obras.

Ampliação da capacidade de vazão da ECJ da B3/B4 com construção de três túneis deve gerar cerca de 100 empregos e ser concluída ainda neste ano.

Trabalho no Dique Auxiliar da Barragem 5, em Nova Lima, é uma das cinco estruturas a montante previstas para descaracterização em 2022 e deve gerar cerca de 130 empregos locais.

No processo de descaracterização, 558 mil m³ de rejeitos foram removidos e um canal central de drenagem foi construído, com posterior revegetação.

As atividades serão realizadas por equipamentos autônomos, comandados a partir de uma central de controle fora das estruturas.
