Segundo a empresa, o parecer reconhece a viabilidade ambiental do projeto nesta etapa do licenciamento, com base na análise dos estudos e laudos técnicos por ela apresentados.
Em 10 de outubro de 2025, a FEAM concluiu sua avaliação técnica do EIA/Rima do Projeto e emitiu um Parecer Técnico favorável, recomendando formalmente a concessão da Licença Preliminar (LP).
Furos mais recentes continuam a confirmar amplas zonas de mineralização próximas à superfície, incluindo óxido de titânio (TiO₂) de alto teor, elementos de terras raras (ETR) e óxido de nióbio (Nb₂O₅).
O Projeto Colossus visa a produção de terras raras através da lixiviação ácida de cinco milhões de toneladas anuais de argila iônica, um processo considerado limpo e sem riscos para o meio ambiente.
O engajamento contínuo da empresa no financiamento do projeto Colossus atraiu forte atenção de agências de crédito à exportação, investidores institucionais e grupos do setor na América do Norte, Europa, Brasil e Austrália.
A nomeação de Marina Spinola reforça o compromisso da St George em construir uma operação sustentável, transparente e orientada pelo diálogo com a sociedade.
Para o Brasil, há um enorme potencial de aproveitamento desses materiais. Estudos indicam que o país possui cerca de 21 milhões de toneladas de óxidos de terras raras em reservas – aproximadamente 23% das reservas mundiais.
Os empreendimentos da empresa são adjacentes à Brazilian Rare Earths e possui os testemunhos históricos de perfuração da Rio Tinto do distrito, e suas perfurações na região relataram altos teores de até 45,7% de TREO.
Novos controles de exportação de terras raras pela China ameaçam a produção global de equipamentos médicos de alta tecnologia, impactando a inovação e o crescimento do mercado.