PUBLICIDADE
ACIDENTE

Vale ainda busca razões do rompimento

Informando que ainda está buscando explicações para o ocorrido com a barragem B1 da mina Córrego do Feijão, a Vale emitiu a seguinte nota:

“A Barragem I da Mina Córrego do Feijão tinha como finalidade a disposição de rejeitos provenientes da produção e ficava situada em Brumadinho (MG). A mesma estava inativa (não recebia rejeitos), não tinha a presença de lago e não existia nenhum outro tipo de atividade operacional em andamento. No momento, encontrava-se em desenvolvimento o projeto de descomissionamento da mesma.

A barragem foi construída em 1976, pela Ferteco Mineração (adquirida pela Vale em 27 de Abril de 2001), pelo método de alteamento a montante. A altura da barragem era de 86 metros, o comprimento da crista de 720 metros. Os rejeitos dispostos ocupavam uma área de 249,5 mil m2 e o volume disposto era de 11,7 milhões de m3.

A Barragem I possuía Declarações de Condição de Estabilidade emitidas pela empresa TUV SUD do Brasil, empresa internacional especializada em Geotecnia. As Declarações de Condição de Estabilidade foram emitidas em 13/06/18 e em 26/09/18, referentes aos processos de Revisão Periódica de Segurança de Barragens e Inspeção Regular de Segurança de Barragens, respectivamente, conforme determina a portaria DNPM 70.389/2017. A barragem possuía Fator de Segurança de acordo com as boas práticas mundiais e acima da referência da Norma Brasileira. Ambas as declarações de estabilidade mencionadas atestam a segurança física e hidráulica da barragem.

A Barragem passava por inspeções de campo quinzenais, todas reportadas à ANM (Agência Nacional de Mineração) através do SIGBM (Sistema Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração). Sendo que a última inspeção cadastrada no sistema da ANM foi executada em 21/12/18. Adicionalmente, a mesma passou por inspeções em 08/01/19 e 22/01/19, com registro no sistema de monitoramento da Vale. O cadastramento da inspeção na ANM, conforme legislação, deve ser executado até o final da quinzena seguinte. Todas estas inspeções não detectaram nenhuma alteração no estado de conservação da estrutura.

A Barragem possuía 94 piezômetros e 41 INAs (Indicador de Nível D´Água) para seu monitoramento. As informações dos instrumentos eram coletadas periodicamente e todos os seus dados analisados pelos geotécnicos responsáveis pela barragem. Dos 94 piezômetros, 46 eram automatizados.

A Barragem possuía PAEBM (Plano de Ações Emergenciais de Barragem de Mineração), conforme determina portaria DNPM 70.389/2017. O mesmo foi protocolado nas Defesas Civis Federal, Estadual e Municipal, entre os meses de junho e setembro de 2018. O PAEBM foi construído com base em um estudo de ruptura hipotética, que definiu a mancha de inundação. Além disso, a barragem possuía sistema de vídeo monitoramento, sistema de alerta através de sirenes (todas testadas) e cadastramento da população à jusante. Também foi realizado o simulado externo de emergência em 16/06/2018, sob coordenação das Defesas Civis, com o total apoio da Vale, e o treinamento interno com os funcionários em 23/10/18”.

VEJA TAMBÉM

Vale vê produção mineral brasileira bem abaixo do potencial geológico
EXPOSIBRAM 2026

Vale vê produção mineral brasileira bem abaixo do potencial geológico

25 ago. 2026
Pesquisadores preocupados com ameaça à anta brasileira na FLONA
CARAJÁS

Pesquisadores preocupados com ameaça à anta brasileira na FLONA

20 ago. 2026
Pesquisadores descobrem espécies de plantas raras no Quadrilátero Ferrífero
FLORA

Pesquisadores descobrem espécies de plantas raras no Quadrilátero Ferrífero

18 ago. 2026

Artigos Relacionados

Vale vê produção mineral brasileira bem abaixo do potencial geológico
EXPOSIBRAM 202625/08/2026

Vale vê produção mineral brasileira bem abaixo do potencial geológico

Pesquisadores preocupados com ameaça à anta brasileira na FLONA
CARAJÁS20/08/2026

Pesquisadores preocupados com ameaça à anta brasileira na FLONA

Pesquisadores descobrem espécies de plantas raras no Quadrilátero Ferrífero
FLORA18/08/2026

Pesquisadores descobrem espécies de plantas raras no Quadrilátero Ferrífero

Estudo prevê que valor da produção mineral brasileira pode chegar a R$ 535 bilhões em 2035
VALE18/08/2026

Estudo prevê que valor da produção mineral brasileira pode chegar a R$ 535 bilhões em 2035

Projetos de minerais críticos demandam recursos de R$ 57 bilhões
BNDES18/08/2026

Projetos de minerais críticos demandam recursos de R$ 57 bilhões

Vale conquista oito categorias no Extel 2026 Latin America Executive Team
PRÊMIO12/08/2026

Vale conquista oito categorias no Extel 2026 Latin America Executive Team

Vale e ABB expandem parceria para modernização de operações
TECNOLOGIA12/08/2026

Vale e ABB expandem parceria para modernização de operações

Vale conclui obras de reforço na Norte Laranjeiras
BARRAGENS06/08/2026

Vale conclui obras de reforço na Norte Laranjeiras