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Projeto São Jorge, da GoldMining, requer investimentos de US$ 202 milhões

Projeto São Jorge, da GoldMining, requer investimentos de US$ 202 milhões

Estudo preliminar projeta produção média de 51.250 onças de ouro anuais durante 10,6 anos de operação, com retorno inicial do investimento em 2,4 anos ao preço de US$ 4.400/oz.

A GoldMining Inc protocolou relatório técnico que inclui a avaliação econômica preliminar (PEA) previamente anunciada, referente ao seu Projeto São Jorge, localizado no Estado do Pará. Intitulado "Relatório Técnico NI 43-101 e Avaliação Econômica Preliminar para o Projeto Aurífero São Jorge, Estado do Pará, O Estudo Econômico Preliminar (PEA) é de natureza preliminar e não há garantia de que os resultados apresentados serão alcançados. O PEA inclui recursos minerais inferidos, que são considerados geologicamente especulativos demais para que as considerações econômicas aplicadas a eles permitam sua classificação como reservas minerais. Não há garantia de que este PEA, incluindo os conceitos econômicos nele apresentados, será concretizado.

O valor presente líquido (VPL) após impostos, terá uma taxa de desconto de 5%, de US$ 532 milhões e uma taxa interna de retorno (TIR) após impostos de 42,4%, utilizando o preço base do ouro de US$ 3.500 por onça. Com o preço do ouro a US$ 4.400/oz, o VPL 5% após impostos modelado aumenta para US$ 836,8 milhões, resultando em uma TIR de 58,6% e um retorno inicial do investimento em apenas 2,4 anos. O capital inicial é estimado em US$ 202 milhões (incluindo uma contingência de 25%), um valor altamente administrável, representando um atrativo VPL de 2,6x no cenário base e uma relação de 5% sobre o capital inicial. Essa exigência de capital relativamente baixa é diretamente sustentada pela localização ideal do projeto, situado próximo a linhas de energia existentes, rodovias pavimentadas e mão de obra qualificada disponível.

O Estudo Econômico Preliminar (PEA) prevê um fluxo de caixa livre interno robusto, sustentado por um perfil de produção de ouro estável, com uma média estimada de 51.250 onças anualmente ao longo de uma vida útil da mina (LOM) de 10,6 anos, com pico de produção de ouro de 57.200 onças por ano nos anos 2 a 4. O PEA contempla uma operação convencional a céu aberto com caminhões e escavadeiras, com uma taxa de processamento de 5.500 toneladas por dia. Um fluxograma de processamento comprovado, utilizando circuitos padrão de gravidade e lixiviação, alcança altas taxas de recuperação metalúrgica de 90% de ouro, sustentando margens resilientes e um Custo Total Sustentável (AISC) estimado ao longo da vida útil da mina de US$ 1.464/oz.

A empresa está trabalhando para iniciar os estudos de pré-viabilidade à medida que o projeto é reduzido em termos de riscos e avança com o processo de licenciamento rumo à decisão de construção. “A apresentação do Relatório Técnico de São Jorge marca o próximo passo no avanço do nosso portfólio. Estamos entusiasmados com a proposta atraente do projeto, que combina uma necessidade de capital inicial administrável com produção estável de ouro e um sólido VPL (Valor Presente Líquido) no cenário base estabelecido no Estudo Econômico Preliminar (PEA). Além de oferecer um significativo potencial de exploração, o estudo destaca as margens resilientes do ativo e o rápido retorno do investimento. Paralelamente ao avanço e à redução dos riscos da propriedade, com o início dos estudos de pré-viabilidade, continuamos focados na perfuração de alvos de exploração próximos dentro da nossa promissora propriedade de escala regional, enquanto continuamos a desbloquear valor em nosso amplo portfólio multimilionário de onças nas Américas”, comentou Alastair Still, CEO da GoldMining.

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