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O DFS confirma Caldeira como um ativo de longa vida útil, baixa intensidade de capital e baixo custo operacional, contendo abundantes elementos de terras raras magnéticos leves e pesados.

Memorando prevê que empresa sul-coreana adquira até 30% da produção do Projeto Caldeira por até sete anos, em acordo que reforça posição do Brasil na cadeia global de minerais críticos.

Os novos dados ampliam a base técnica do empreendimento para a conclusão do Estudo de Viabilidade Definitivo (DFS) e reforçam o Projeto Caldeira entre os maiores depósitos de argilas iônicas contendo terras raras do mundo.
O executivo defendeu que o principal diferencial competitivo do Brasil no mercado global de terras raras está na capacidade de desenvolver uma mineração alinhada aos mais elevados padrões de sustentabilidade.

Durante o encontro, o governador conheceu as instalações do CIP e acompanhou apresentações sobre as iniciativas da Meteoric na área de inovação mineral, com foco no desenvolvimento de tecnologias para a cadeia de terras raras.

A solicitação da LI representa um marco importante no desenvolvimento do Projeto Caldeira e sucede a aprovação da Licença Ambiental Prévia, concedida com efeito total em dezembro de 2025.

A promessa foi feita em audiência entre o conselho da Associação de Minerais Críticos e o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin.

O financiamento proposto visa apoiar o desenvolvimento do Projeto Caldeira por meio da utilização de empresas australianas de engenharia, aquisição, construção e gestão.

Segundo a empresa, o parecer reconhece a viabilidade ambiental do projeto nesta etapa do licenciamento, com base na análise dos estudos e laudos técnicos por ela apresentados.

A unidade recebeu investimento de aproximadamente 1,5 milhão de dólares australianos e serão produzidos 455 kg de carbonato de terras raras por ano.






