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Falha em equipamento na subsidiária brasileira resultou na perda de financiamento pendente, levando a empresa a priorizar a restauração das operações no Brasil e reduzir custos nos EUA.

A tecnologia MOE (Molten Oxide Electrolysis) usa eletricidade em vez de carvão para produzir metais, eliminando emissões de CO₂ e aproveitando rejeitos que antes eram descartados pela indústria.

Planta-piloto em Minas Gerais antecede investimento de R$ 573 milhões previsto para iniciar operações em 2025, com perspectiva de criar 350 empregos.

Célula industrial de eletrólise de óxido fundido (MOE) com ânodo multi-inerte já está operacional em Woburn (Massachusetts), demonstrando a viabilidade de produção comercial sem emissão de carbono.

Tadeu Carneiro, ex-presidente da CBMM, assume o cargo na startup do MIT que desenvolveu tecnologia para produzir aço sem emissão de carbono, após crescimento de 6 para mais de 160 funcionários.

Unidade em Minas Gerais irá processar rejeitos de mineração com tecnologia de eletrólise de óxido fundido, gerando 720 toneladas de metais de alto valor em 2024, com previsão de expansão para 10 mil toneladas ao ano até 2026.

Rodada de financiamento contou com investidores como Aramco Ventures, Microsoft Climate Investment Fund e BHP Ventures, com fábrica prevista para produzir em pequena escala em 2024.

Unidade será a primeira do mundo com a tecnologia de eletrólise de óxido fundido e criará mil empregos até 2026, com inauguração prevista para o segundo semestre deste ano.

Fábrica será construída em três etapas, com conclusão prevista para 2026, utilizando tecnologia MOE para extrair metais valiosos de rejeitos de mineração em parceria com a Mineração Taboca SA.
