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Sucata Ferrosa
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Queda mensal contrasta com crescimento de 267,6% ante outubro de 2022, mas baixa demanda de usinas siderúrgicas e pressão de aço chinês mantêm o mercado sob pressão.

Em setembro, o volume exportado foi de 98.325 toneladas, segundo dados da Secex, impulsionado pela baixa demanda das usinas siderúrgicas por sucata doméstica.

Sonegação de impostos estaduais afeta cerca de 30% do total comercializado no Brasil, prejudicando governos e comprometendo a competitividade do setor de reciclagem.

Quantidade exportada em julho atingiu 58.376 toneladas, enquanto a demanda interna enfrenta queda de 30% prevista para o ano.

No acumulado dos primeiros quatro meses de 2023, as vendas externas alcançaram 251.103 toneladas, 30,5% acima do mesmo período do ano anterior.

Crescimento de 42% em março foi impulsionado pelas vendas externas, mas preços pouco atrativos e valorização do real reduzem margens dos exportadores.

Segundo o Inesfa, as exportações de sucata ferrosa devem sofrer impacto negativo, com previsão de redução forte na produção de vergalhão e queda nos preços.

Queda foi resultado da crise de energia na Europa, guerra na Ucrânia, paralisação de portos e redução de compras pelos países asiáticos.

Queda é atribuída à crise energética na Europa, paralisação de portos e redução nas compras asiáticas, representando o sétimo mês consecutivo de declínio nas vendas externas.

Recuo é atribuído à crise de energia na Europa causada pela guerra da Ucrânia, que paralisa usinas e portos importadores.

Em setembro, o volume exportado foi de 38.859 toneladas, mas o ano apresenta queda de 11,4% no acumulado em relação a 2021.
