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Movimento reflete acomodação após alta de 64% no ano, com revisão de expectativas para juros americanos, mas demanda de bancos centrais mantém cenário construtivo no longo prazo.

Análise revela que US$ 104,2 a US$ 111,6 bilhões foram transferidos de consumidores para companhias de petróleo e gás no primeiro mês do conflito no Irã.

Tensões geopolíticas no Golfo afetam a produção do Oriente Médio, que representa 9% do fornecimento global, com fundições iniciando paralisações controladas e interrupções no trânsito pelo Estreito de Ormuz.

Movimento é impulsionado pela fraqueza do dólar, redução de juros americanos e tensões geopolíticas, com ETFs registrando nono mês consecutivo de entradas de capital.

China incentiva adoção de novos índices de referência como Fastmarkets e Mysteel em lugar do tradicional S&P Global Platts, potencialmente reduzindo receitas do governo australiano.

Economista aponta que a alta do metal precioso vai além do medo geopolítico: reflete a perda de exclusividade do dólar como ativo seguro e a busca do capital global por alternativas em um vazio estrutural.

Analistas do mercado financeiro preveem que o preço médio chegue a US$ 5.500 até o Ano Novo Chinês, em um contexto de instabilidade geopolítica e demanda por ativos seguros.

Segundo especialista, conflito elevaria preços de energia e minerais, além de desmantelar a OTAN e fortalecer a aliança sino-russa.

Rio Tinto migra para índice Fastmarkets, enquanto Fortescue adota média entre indicadores chineses, em resposta a críticas da compradora estatal sobre referenciação em dólares americanos.

Banco Mundial projeta que ouro atingirá 180% acima da média de 2015-2019 em 2026, enquanto cobre e estanho devem bater recordes nominais impulsionados pela demanda de energia limpa.

CEO da empresa revisa piso de rentabilidade para operações globais, argumentando que a exaustão das minas torna a produção progressivamente mais cara.
Agência prevê alta no Ebitda setorial de 2,5% até fim de 2026, com cobre e ouro beneficiados, mas pressão nos preços de ferro, lítio e demandas frágeis na China e Europa.

Revisão aponta ouro com suporte de redução de juros nos EUA e demanda de bancos centrais, enquanto cobre e prata recebem pressão de dinâmica mista entre demanda asiática e incertezas comerciais.
