
Paracatu e Tasiast sustentaram o trimestre, a margem subiu 19% e a empresa elevou para 50% do fluxo de caixa livre o retorno aos acionistas
A Kinross Gold Corporation produziu 424.693 onças equivalentes de ouro no terceiro trimestre de 2026 e vendeu 410.245 onças equivalentes no período, com custo de produção das vendas de US$ 1.502 por onça equivalente de ouro vendida e custo de produção atribuível das vendas de US$ 1.485 por onça equivalente de ouro vendida. O custo sustentável total atribuível foi de US$ 1.947 por onça equivalente de ouro vendida, enquanto o fluxo de caixa operacional atingiu US$ 714,4 milhões no trimestre. Já o fluxo de caixa operacional ajustado atribuível alcançou US$ 830,9 milhões e o fluxo de caixa livre atribuível, de US$ 281,3 milhões.
As margens aumentaram 19%, para US$ 2.747 por onça equivalente de ouro vendida, em comparação com o terceiro trimestre de 2025. A Kinross registrou lucro reportado de US$ 583,2 milhões, ou US$ 0,49 por ação, e lucro líquido ajustado de US$ 591,3 milhões, ou US$ 0,50 por ação. Refletindo seu forte fluxo de caixa e solidez patrimonial, a Kinross aumentou seu compromisso de retorno de capital para 2026 de 40% para 50% do fluxo de caixa livre. Durante os três primeiros trimestres de 2026, a empresa recomprou US$ 710 milhões em ações e mais US$ 100 milhões até outubro. Incluindo seus dividendos trimestrais, a Kinross já retornou mais de US$ 950 milhões em capital aos acionistas no acumulado do ano até 28 de outubro de 2026. Desde abril de 2025, a Kinross devolveu mais de US$ 1,4 bilhão em capital por meio de recompra de ações, o que representa aproximadamente 5% de suas ações em circulação. O Conselho de Administração da Kinross declarou um dividendo trimestral de US$ 0,04 por ação ordinária, a ser pago em 3 de dezembro de 2026 aos acionistas registrados no fechamento do expediente em 19 de novembro de 2026.
“O portfólio da Kinross demonstrou resiliência no terceiro trimestre. Nossas maiores operações, Paracatu e Tasiast, continuaram a dar contribuições significativas e mantivemos uma gestão de custos disciplinada. Continuamos no caminho certo para atingir nossas projeções atualizadas, apoiados por melhorias operacionais em Round Mountain e La Coipa. Estamos focados em manter esse ritmo e impulsionar a melhoria contínua em todas as nossas operações”, disse J. Paul Rollinson, CEO da Kinross. Tasiast apresentou mais um trimestre sólido, com forte desempenho na mineração e no processamento, sustentando a produção em linha com o plano de lavra. O maior volume processado ajudou a compensar o impacto da previsão de menores teores e recuperações. O custo de vendas por onça vendida refletiu o perfil de produção planejado para o trimestre e foi impactado por maiores custos de combustível e manutenção. Já a mina de Paracatu apresentou desempenho em linha com as expectativas durante o trimestre, impulsionada pelo forte desempenho da mineração e do processamento. O aumento no volume de minério extraído ajudou a compensar o impacto dos teores e recuperações menores planejados, associados ao sequenciamento da mina. O custo de vendas por onça vendida refletiu o perfil de produção planejado e foi afetado pelos maiores custos de energia. “Continuamos a fazer progressos significativos em todo o nosso portfólio de desenvolvimento. Em Great Bear, o desenvolvimento subterrâneo da AEX está bem encaminhado e a construção da superfície da AEX está praticamente concluída. Round Mountain Fase X e Curlew estão avançando bem, e o primeiro ouro foi produzido em Redbird no início de outubro. Em Lobo-Marte, o processo de licenciamento continua avançando e a engenharia de detalhamento já começou. Esses projetos sustentam nossa estratégia de aumento de teor e, juntamente com as oportunidades em nosso significativo inventário de recursos, contribuem para nosso perfil de produção a longo prazo”, comentou Rollinson.
Para o CEO, a sólida posição financeira e a capacidade de gerar um fluxo de caixa livre significativo dão à empresa flexibilidade para avançar com essas oportunidades, ao mesmo tempo em que ela continua a retornar um capital robusto aos acionistas. “Durante o trimestre, aumentamos nossa meta de retorno de capital para 2026 para 50% do fluxo de caixa livre anual e já devolvemos mais de US$ 950 milhões aos acionistas no acumulado do ano. Desde abril de 2025, recompramos aproximadamente 5% de nossas ações em circulação. Olhando para o futuro, continuamos focados em otimizar nosso fluxo de caixa em toda a empresa e alocar capital de forma disciplinada para avançar com nosso portfólio de projetos, alcançar a excelência operacional e maximizar o valor para os acionistas”.







