
Brasil reciclou 850 mil toneladas de sucata de alumínio em 2023, consumindo 95% menos energia do que a produção primária.
A reciclagem global de alumínio deve atingir entre 90 e 100 milhões de toneladas anuais até 2050, de acordo com projeções do International Aluminium Institute (IAI), divulgadas pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL). Atualmente, o volume reciclado é de aproximadamente 41 milhões de toneladas, o que evidencia o papel estratégico desse processo na economia circular e na redução da pegada de carbono.
No Brasil, a reciclagem de sucata de alumínio alcançou 850 mil toneladas em 2023, último dado disponível, representando cerca de 60% do consumo total do metal no país. Esse índice é superior à média global, que gira em torno de 30%.
O alumínio pode ser reciclado inúmeras vezes sem perder suas propriedades, o que o torna um material essencial para a economia circular. Sua reutilização reduz a extração de matéria-prima, economiza energia e fortalece cadeias produtivas sustentáveis. Comparado à produção primária, a reciclagem do alumínio consome 95% menos energia, fator relevante para a descarbonização da indústria e de setores como transporte, embalagens, eletricidade e construção civil.
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