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Artigo aponta que 75 das 458 barragens monitoradas no Brasil estão em alerta, sendo 4 em risco iminente de ruptura — todas em Minas Gerais, propriedade da Vale e ArcelorMittal Brasil.

Associação de municípios mineradores critica a falta de estrutura da ANM, que opera com apenas 644 dos 2 mil servidores necessários, deixando a fiscalização do setor comprometida.

Estudo de cinco anos identifica potencial de plantas nativas, como a taboa, para descontaminar solos impactados por rejeitos de mineração no estuário desde o rompimento da barragem do Fundão em 2015.

Custo estimado em US$ 500 milhões para o desmonte das estruturas é o principal obstáculo, conforme explicou a empresa pública durante audiência na Comissão de Minas e Energia.

O levantamento de setembro de 2022 aponta que 76 estruturas estão em situação de alerta ou emergência declarada, concentradas principalmente em Minas Gerais, com 48 barragens em risco.

Relatório revela que 56% das 911 estruturas existentes apresentam alto dano potencial associado, com Minas Gerais concentrando 146 barragens nessa condição.

Três anos após o rompimento da Barragem I em Brumadinho, especialista aponta que a liquefação de rejeitos e falhas no sistema de drenagem continuam sendo a principal causa de acidentes em estruturas de contenção de mineração.

Estudo das universidades de Queensland e Genebra comprova que o material pode substituir areia extraída do meio ambiente em construção civil, pavimentação e concreto, reduzindo emissões de carbono.

Os procedimentos visam fiscalizar as barragens SB 02, em Poconé, e BR02, em Nossa Senhora do Livramento, garantindo que irregularidades sejam resolvidas pelas empresas responsáveis.

Desenvolvido ao longo de vinte anos, o produto é formado por minério de ferro e uma solução tecnológica de aglomerantes.
