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A mineradora ainda avalia possíveis impactos diretos estimados com a paralisação da mina.

Suspensão atinge a mina em operação no estado, que passa por expansão de US$ 560 milhões para aumentar a produção de ferro-níquel.

Acordo com o governo do Pará prevê restabelecimento das licenças em até 48 horas, permitindo retomada de Onça-Puma — que passará a produzir mais 15 mil toneladas/ano de ferro-níquel a partir do segundo semestre de 2025.

Investimento irá aumentar a capacidade de produção de níquel em 12 a 15 mil t/ano, com operação prevista para o primeiro semestre de 2025.

Investimento de aproximadamente US$ 480 milhões gerou 2.500 empregos na construção e eleva a capacidade nominal de Onça Puma para 40 mil toneladas/ano de níquel.

Decisão de segunda instância derruba autorização que primeiro juiz havia concedido à mina em fevereiro, deixando em risco o projeto de expansão de US$ 560 milhões programado para 2025.

Primeira rodada de conciliação abordou questões ambientais e impactos sociais do empreendimento em Ourilândia do Norte, com foco na remoção e reassentamento das comunidades afetadas.

Construção da fábrica está prevista para os próximos dois anos e processará até 50 mil toneladas anuais de escória de refinaria para produção de fertilizantes minerais.

Decisões reestabeleceram operações de Sossego e Onça-Puma, suspensas pela SEMAS; segunda mina passará a produzir mais 15 mil toneladas/ano de níquel a partir de 2025 com investimento de US$ 560 milhões.
