
Projeto Working Horse (WH2) transforma rejeitos de beneficiamento em novo produto para aplicação em papéis, com investimento de R$ 460 mil e composição 50% baseada no reaproveitamento.
A mineradora Artemyn recebeu reconhecimento pelo projeto denominado Working Horse (WH2), desenvolvido pela companhia, que atua na extração e beneficiamento de caulim nas cidades paraenses de Barcarena e Ipixuna. A mineradora busca aproveitar os rejeitos gerados no processo de beneficiamento do minério para produzir novos produtos. Por meio de um investimento de R$ 460 mil, a Artemyn desenvolveu uma rota alternativa de processamento que transforma parte dos materiais da bacia de rejeitos em um novo produto, voltado à aplicação em diferentes tipos de papéis, com custo mais acessível e mantendo a qualidade exigida. Metade da composição do produto final é proveniente desse reaproveitamento, o que evidencia os avanços da empresa em sustentabilidade.
A premiação foi na categoria Excelência da Indústria Minero-Metalúrgica 2025, que reconhece as melhores práticas e inovações implementadas por empresas do setor em todo o Brasil. “O desenvolvimento do produto WH2 demonstra que é possível aliar inovação, redução de impactos ambientais e ganhos econômicos dentro de um mesmo projeto. A mineração do futuro não é apenas extrativa, mas regenerativa. O que antes era considerado um problema ambiental agora se torna uma solução lucrativa e alinhada às tendências globais de sustentabilidade”, afirma Roberto Antonio Macedo Silva, coordenador de Produção da Artemyn. A conquista representa um grande avanço tecnológico e reforça o compromisso da Artemyn com uma mineração mais sustentável, contribuindo diretamente para o desenvolvimento econômico e ambiental da região.
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