PUBLICIDADE
DESCARBONIZAÇÃO

AngloGold Ashanti reduz em 52% as emissões de GEE em 2023

Por evando•
AngloGold Ashanti reduz em 52% as emissões de GEE em 2023

Redução foi impulsionada pela migração para 100% de energia renovável e projetos como a primeira carregadeira 100% elétrica em mina subterrânea do Brasil, na Mina Cuiabá em Sabará.

A AngloGold Ashanti implementou uma série de ações que fizeram a empresa alcançar a marca de 52% na queda de emissão de gases de efeito estufa no Brasil na comparação com 2021 (ano base). “Aderentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, aos valores da nossa empresa e às propostas do Acordo de Paris, promovemos uma estratégia global para redução de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). Nossa meta global era reduzir 30% da emissão de carbono até 2030, o que foi alcançado já em 2022 nas operações brasileiras. Neste sentido, seguimos engajados com as iniciativas para novas reduções”, afirma Ewerton Trindade, vice-presidente de Suporte Operacional e Energia da AngloGold Ashanti.

Para atingir tal marca, a AngloGold Ashanti passou a ter 100% do consumo de energia elétrica no Brasil oriundo de energias renováveis. A energia elétrica consumida pela mineradora tem o Certificado de Energia Renovável (Cemig-REC), concedido pela companhia de energia. As ações agora estão voltadas para outro objetivo, que é zerar as emissões líquidas de GEE de escopos 1 e 2 até 2050. Além disso, a empresa tem implementado projetos de energia renovável, de uso de fontes energéticas de baixa emissão e estudos de novas ações, como a eletrificação da frota. Em março de 2024, a AngloGold Ashanti iniciou a operação de uma carregadeira 100% elétrica na Mina Cuiabá, em Sabará (MG). O veículo é o primeiro em operação em uma mina subterrânea no Brasil e, comparado com a versão tradicional a diesel, é zero emissão de carbono, funciona a baterias e tem sistemas com taxas mínimas de emissão de calor e ruídos, aumentando a segurança.

A carregadeira elétrica tem ainda aumento potencial de 8% na produtividade de carregamento, em razão do ganho em velocidade e deslocamento gerado pelo torque instantâneo. O planejamento da empresa é substituir mais duas carregadeiras a diesel por equipamentos elétricos até 2025 e concluir o processo com toda a frota deste tipo de veículo até o final de 2027.

Na área de eficiência energética, a mineradora eletrificou as estações de bombeamento, ampliou o sistema de controle de abastecimentos para todos os seus postos de combustíveis, além de otimizar o sistema de ventilação sob demanda no subsolo de suas minas. Em 2023, o investimento em ações de gestão ambiental somou R$ 31,3 milhões, por meio da estratégia ESG da empresa, e diversos programas e ações que envolvem compromisso ambiental. A AngloGold Ashanti também mantém mais de 10,5 mil hectares de áreas de preservação ambiental e conta com o Centro de Educação Ambiental (CEA), em Nova Lima, que é um dos primeiros espaços corporativos dedicados à preservação e conscientização ambiental no Brasil. Criado em 2000, o CEA é aberto à população em um privilegiado ponto de Mata Atlântica preservada. “Temos como propósito a mineração para o desenvolvimento das pessoas e da sociedade. Isso só é possível pelo compromisso com o meio ambiente, a partir da preservação ambiental, da defesa do planeta e da biodiversidade”, afirma o vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da AngloGold Ashanti, Othon Maia.

Em uma iniciativa pioneira em Minas Gerais, a AngloGold Ashanti desenvolveu um projeto inovador de Fechamento de Mina e Uso Futuro de área minerada para as minas Grande e Velha, em Nova Lima, hoje paralisadas. Trata-se do Nova Vila, complexo multiuso idealizado em parceria da AngloGold Ashanti, a Construtora Concreto e a Prefeitura de Nova Lima, conjugando a valorização do patrimônio, preservação ambiental e a inovação, com construções criadas para respeitar a história local, e com inspiração no conceito de Museu de Território. O empreendimento vai ocupar uma antiga área industrial da mineradora, que será integrada ao Centro do município, reunindo espaços culturais e multiuso, espaços de convivência, comércio, serviços e moradias. Serão 260 mil m² de área particular que será reintegrada à cidade. O projeto contempla praças, áreas verdes e um parque linear de mais de 39 mil m², sendo 25% da área destinados a corredores ecológicos e áreas de preservação da mata atlântica. Atualmente, o projeto segue em avaliação junto aos órgãos para o seu licenciamento. A iniciativa destaca-se ainda como um projeto plural, com a participação de mais de 1.000 pessoas, seja em diagnósticos, estudos, visitas, consultas, audiências e reuniões. A previsão é de que a pedra fundamental do início da obra seja lançada em 2024.

VEJA TAMBÉM

Indústria do cimento tem desafios para ser sustentável
DESCARBONIZAÇÃO

Indústria do cimento tem desafios para ser sustentável

10 set. 2026
Jacobina Mineração Pan American Silver conquista I-REC 2025
CERTIFICAÇÃO

Jacobina Mineração Pan American Silver conquista I-REC 2025

24 set. 2026
Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará
PARÁ

Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará

24 set. 2026

Artigos Relacionados

Jacobina Mineração Pan American Silver conquista I-REC 2025
CERTIFICAÇÃO24/09/2026

Jacobina Mineração Pan American Silver conquista I-REC 2025

Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará
PARÁ24/09/2026

Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará

Projeto Ferro Verde da Brazil Iron terá medição de carbono
EMISSÕES23/09/2026

Projeto Ferro Verde da Brazil Iron terá medição de carbono

Sigma Lithium participa do encerramento da Semana do Clima
LÍTIO17/09/2026

Sigma Lithium participa do encerramento da Semana do Clima

Brasil Mineral debate o futuro do ouro no Brasil
SEMINÁRIO14/09/2026

Brasil Mineral debate o futuro do ouro no Brasil

Nexus Ligas lança selo para identificar produtos com menor pegada de carbono
MANGANÊS10/09/2026

Nexus Ligas lança selo para identificar produtos com menor pegada de carbono

Indústria do cimento tem desafios para ser sustentável

Indústria do cimento tem desafios para ser sustentável

Fernanda Ferrante assume direção de operações em Poços de Caldas
ALCOA09/09/2026

Fernanda Ferrante assume direção de operações em Poços de Caldas