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Metodo A Montante
19 mineradoras tem barragens em MG
6 de fevereiro, 2019
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46% do programa já foi concluído com desembolsos de US$ 1,7 bilhão, e a mineradora prevê atingir 70% até o final de 2026.

Companhia alcança a meta de 2022 eliminando 12 barragens desde 2019, atingindo 40% do programa de 30 estruturas construídas pelo método a montante.

Conclusão da descaracterização do Lago III, realizada entre 2021 e 2024, cumpre exigência legal de eliminação de barragens construídas com método a montante.

Organização que representa vítimas do rompimento em Brumadinho protesta contra o atraso na regulamentação da Lei Mar de Lama Nunca Mais e a aprovação simultânea de novo projeto na Serra do Curral.

Ação conjunta busca eliminar a barragem Dique 2, construída pelo método de alteamento à montante que apresenta maiores riscos de liquefação e rompimento.

Vale investirá US$ 4,36 bilhões até 2035 para descaracterizar 23 barragens de rejeitos, enquanto CSN planeja elevar sua produção de 34 milhões para 108 milhões t/ano até 2032.

O Estado mineiro ajuizou a ação alegando suposta instabilidade e risco de rompimento na estrutura da Barragem B2.

Estrutura recebeu Declaração de Condição de Estabilidade positiva após remoção de 1,78 milhão de metros cúbicos de rejeito através de obras de descaracterização.

A Agência Nacional de Mineração concedeu Declaração de Condição de Estabilidade positiva à barragem Campo Grande após avanço no processo de descaracterização previsto para 2026.

Evento acontece nos dias 2 e 3 de julho no Mercure Belo Horizonte Lourdes Hotel com especialistas internacionais e brasileiros para debater avanços na gestão de rejeitos e segurança operacional.

Aditivo estabelece prazos de 60 dias para relatórios técnicos consolidados de barragens e determina acompanhamento bimestral com vistorias in loco para estruturas em nível de emergência.