15/03/2017
UNICAMP

Inaugurado prédio do Instituto de Geociências

Batizado com o nome do professor Amilcar Oscar Herrera, fundador do Instituto de Geociências da Unicamp (IG), foi inaugurado oficialmente o novo prédio do instituto. Com cerca de 10 mil metros quadrados, o prédio abrange salas de aula, laboratórios, auditório e áreas administrativas. Um primeiro módulo da construção já havia sido entregue em 2009 e foi destinado a laboratórios. Agora está prevista a mudança gradual dos setores administrativo e acadêmico, que funcionam no antigo prédio da engenharia básica.
 
A cerimônia de inauguração das novas instalações teve a participação do reitor José Tadeu Jorge e também do coordenador-geral da Universidade, Alvaro Crósta, além do diretor atual do IG, Roberto Perez Xavier e o diretor-associado Lindon Fonseca Matias. Houve o descerramento de placas comemorativas, inclusive em homenagem aos ex-diretores e ex-diretores associados do Instituto. Também houve a inauguração da biblioteca “Conrado Paschoale”, que ocupa toda a área do subsolo do prédio.
 
“Fica muito claro que a inauguração de hoje é resultante de um esforço hercúleo, mas coletivo, de várias gestões e que se encontram representadas nesse evento”, disse Roberto Perez Xavier. A obra começou em 2000, mas com os diversos atrasos, especialmente em função de problemas com as empresas contratadas para a construção, a obra foi postergada. Segundo Alvaro Crósta, que também foi diretor do Instituto, dos vinte e seis contratos realizados para que a obra fosse finalizada, seis precisaram ser rescindidos. “É um investimento grande que a universidade fez, mas eu queria dizer que é um investimento justo porque este é um Instituto que desde a sua fundação contava com instalações muito aquém das suas necessidades”.
 
O reitor José Tadeu Jorge enfatizou que no início de sua gestão foram escolhidas algumas obras como prioridade para conclusão, entre elas o prédio do IG. “Tirando os problemas que fogem da competência da reitoria nós seguimos esses objetivos durante toda a gestão”. Tadeu Jorge afirmou que foi necessária a utilização de recursos da reserva orçamentária da universidade que está prevista para momentos como o atual, de crise financeira do País.

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