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A Importância do Pré-Tratamento na Otimização da Filtragem

FILTRAGEM

A Importância do Pré-Tratamento na Otimização da Filtragem

A VÁCUO DE REJEITOS FINOS E ULTRAFINOS DE MINÉRIO DE FERRO

Brasil Mineral 454Páginas 111-120

Muñoz, P., Azevedo, A., Rodrigues, R., e Rubio, J.*

1. Introdução

A transição para tecnologias de disposição de rejeitos por empilhamento a seco no Brasil depende de um desaguamento mais eficiente dos rejeitos de minério de ferro, reduzindo a dependência de barragens e aumentando a segurança operacional (Gomes et al., 2016; Cacciuttolo e Atencio, 2023). Esses rejeitos combinam (i) ultrafinos da deslamagem pré-flotação (<10 μm) e (ii) frações silicosas mais grossas da flotação catiônica reversa (até ~150 μm). Para a estabilidade geotécnica, busca-se baixa umidade residual na torta (Silva et al., 2025); porém, na prática, a filtragem a vácuo frequentemente é aplicada sem condicionamento químico prévio, resultando em tortas com umidades >20%, sobretudo na presença de elevadas frações de ultrafinos.

O aumento dos ultrafinos reduz a porosidade e eleva a resistência específica da torta, limitando o fluxo de filtrado (Svarovsky, 2000; Concha, 2014; Luo et al., 2024). Além disso, a água retida em microporos é mantida pela pressão capilar (equação de Laplace), o que pode impedir a drenagem sob um vácuo moderado em polpas ricas em

Resumo A filtragem a vácuo (~0,9 bar) de rejeitos finos e ultrafinos de minério de ferro é crucial para o empilhamento a seco no Brasil. Em operações usuais, alimentações com 10–30% (m/m) de ultrafinos (<10 μm) resultam em tortas com 16–20% (m/m) de umidade residual, acima do alvo de 12–14%. Neste estudo, avaliou-se um pré-tratamento químico para otimizar o desaguamento. Poliacrilamidas catiônicas (Superfloc® C-498/PAA-1), isoladas ou combinadas com tanino catiônico (Tanfloc® SG), reduziram a umidade residual para 12–14% (m/m) mesmo com até 30% (m/m) de ultrafinos. As tortas formaram-se em ~10 s, com espessura média de 24 mm e permeabilidade de 300–500 mD, superior à observada na condição sem reagentes (~225 mD). A adição de nanobolhas com surfactante catiônico (Floticor® 19085), em conjunto com PAA-1, reduziu ainda mais a umidade para 12–13% (m/m), devido à hidrofobização parcial da rede de poros. Os ganhos são atribuídos à rápida adsorção dos polímeros catiônicos, formando flocos compactos que aumentam o diâmetro e a conectividade dos poros, reduzindo a pressão capilar e a resistência hidráulica, o que indica o potencial da técnica para atender aos requisitos de empilhamento a seco, com filtragem sob vácuo moderado.

Palavras-chave: rejeitos de minério de ferro; filtração a vácuo; desaguamento; floculantes catiônicos; permeabilidade da torta; empilhamento a seco.

ultrafinos (He et al., 2024). Embora filtros de prensa atinjam menores umidades, seus custos restringem sua aplicação em larga escala (Guimarães, 2011; Wisdom, 2019). Assim, melhorar o desempenho dos filtros a vácuo (disco/correia) é uma necessidade atual na indústria da mineração.

Floculantes poliméricos, especialmente os catiônicos, podem formar flocos mais robustos, elevando a macroporosidade e a permeabilidade das tortas geradas; por outro lado, surfactantes e nanobolhas podem reduzir a molhabilidade/pressão capilar e facilitar a drenagem, Mamghaderi et al., 2021; Diniz et al., 2023). Apesar disso, obter <14% de umidade em rejeitos com alto teor de ultrafinos continua sendo desafiador. Neste estudo, avaliamos o efeito combinado de floculantes, surfactantes e nanobolhas na filtragem a vácuo de rejeitos totais (misturas de ultrafinos e arenosos), visando atingir uma umidade residual compatível com empilhamento a seco seguro e de alta estabilidade geotécnica.

2. Experimental 2.1. Materiais Foram utilizados dois rejeitos de uma usina brasileira de beneficiamento de minério de ferro: (i) rejeito arenoso (<150 μm), proveniente da flotação catiônica reversa, e (ii) rejeito ultrafino (<10 μm), gerado na etapa de deslamagem. A distribuição granulométrica é apresentada na Figura 1. As densidades específicas foram de 2,7 g·cm⁻³ (arenoso) e 3,5 g·cm⁻³ (ultrafino). A composição química, determinada por FRX, é apresentada na Tabela 1.

Figura 1. Distribuição granulométrica dos rejeitos de minério de ferro, utilizando um analisador de difração a laser Malvern Mastersizer® (Glas® 1064).

Tabela 1. Caracterização química dos rejeitos por fluorescência de raios X (FRX).

Gráfico mostrando curvas de distribuição granulométrica com eixo x em escala logarítmica (tamanho de partícula em μm) e eixo y mostrando passante acumulado (%). Duas curvas são apresentadas: rejeito arenoso da flotação reversa e rejeito ultrafino (lamas).
Figura 1. Distribuição granulométrica dos rejeitos de minério de ferro, utilizando um analisador de difração a laser Malvern Mastersizer® (Glas® 1064).

2.2. Reagentes Foram avaliadas poliacrilamidas aniônicas e catiônicas, bem como um tanino catiônico (Tabela 2), aplicados individualmente ou em combinação. As soluções foram preparadas a 0,5% (m/m) sob agitação por 2 h. Como auxiliar de filtração, utilizou-se um surfactante catiônico (Floticor® 19085, Clariant®). Nanobolhas revestidas com surfactante (>10⁹ NBs·mL⁻¹) foram geradas por cavitação hidrodinâmica após a despressurização de uma solução saturada de ar, conforme a metodologia de Calgaroto et al. (2014).

2.3. Métodos 2.3.1. Floculação–sedimentação Ensaios de floculação–sedimentação (duplicata) foram realizados em provetas de 250 mL, com 50% (m/m) de sólidos e pH 7–8, avaliando o efeito do tipo e da dosagem dos floculantes, incluindo combinações. A

velocidade de sedimentação e a turbidez do sobrenadante foram registradas. Os floculantes foram dispersos sob agitação turbulenta (30 s), seguidos de crescimento de flocos sob agitação moderada (3 min). A turbidez foi medida em um turbidímetro HACH® 2100N.

2.3.2. Filtração a vácuo A filtração foi conduzida em um filtro de Büchner modificado (Figura 2), utilizando tecido filtrante Valmet® S1585 (área de 40,7 cm²), sob vácuo de 0,9 bar. Polpas contendo 55% (m/m) de sólidos foram preparadas pela mistura de rejeitos arenoso e ultrafino (20–50% m/m de ultrafinos). Após floculação, as polpas foram filtradas, registrando-se o tempo de formação da torta e a sua umidade residual. A permeabilidade da torta foi estimada pela Lei de Darcy. Nos ensaios com nanobolhas, estas foram adicionadas à polpa antes da filtração.

2.3.3. Caracterização das tortas A microestrutura das tortas, com e sem condicionamento químico prévio à filtração, foi analisada por meio de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Amostras secas foram examinadas em microscópio Hitachi® TM3000, em modo de baixo vácuo, operado a 10 kV, sem polimento nem metalização, mantendo-se condições operacionais idênticas para comparação direta das imagens capturadas.

3. Resultados e discussão

3.1. Floculação–sedimentação. A Tabela 3 resume os resultados de floculação–sedimentação de polpas contendo 20% (m/m) de ultrafinos. As poliacrilamidas catiônicas apresentaram as maiores velocidades de sedimentação (2,3–6,0 mm·min-1), enquanto o tanino catiônico produziu sobrenadantes mais clarificados (48–68 NTU).

Em contraste, a poliacrilamida aniônica apresentou valores elevados de turbidez (>120 NTU), indicando floculação menos eficiente. Já no caso dos polímeros catiônicos, o mecanismo de floculação ocorre por meio da neutralização por patches, em que o polímero se adsorve localmente em superfícies negativamente carregadas, promovendo agregação eficaz sem recobrimento contínuo (Nasser & James, 2007; Khandaker et al., 2024).

3.2. Filtração a vácuo. Flocos mais densos e menos hidratados reduzem a resistência específica e a compressibilidade da torta, favorecendo maior permeabilidade durante a filtração a vácuo. A Tabela 4 apresenta os principais resultados dos ensaios de filtração de polpas com 20% (m/m) de ultrafinos. A condição sem reagentes resultou em umidade residual de ~16% (m/m), en-

quanto a poliacrilamida aniônica elevou a umidade para valores superiores a 21% (m/m), confirmando seu efeito deletério na filtração, com formação de flocos abertos e de alta compressibilidade, favorecendo o aprisionamento de água em sua estrutura interna.

Tabela mostrando informações sobre floculantes incluindo PAA aniônica, PAA catiônica 1 e 2, e Tanino catiônico, com seus nomes comerciais, tipos e fabricantes
Tabela 2. Floculantes estudados.

As melhores performances foram obtidas com floculantes catiônicos, especialmente a PAA-1, que reduziu a umidade residual para 12,5-13,5% (m/m), associada a permeabilidades elevadas (até ~500 mD) e tempos curtos de formação da torta (~10 s). Eficiências similares foram obtidas com combinações de PAA-1 e Tanfloc, e o menor valor de umidade (~12,2% m/m) foi observado com a combinação de PAA-1 associada a nanobolhas revestidas com surfactante catiônico, evidenciando um efeito sinérgico no desaguamento.

A Figura 3 mostra que o aumento da dosagem de tanino catiônico reduz significativamente a umidade residual da torta, atingindo valores inferiores a 14% (m/m) a partir de 25 g·t-1, com estabilização em torno de 13% (m/m) em concentrações mais elevadas. A Figura 4 mostra uma tendência semelhante de redução da umidade residual da torta com o aumento da concentração de PAA-1, atingindo valores na faixa de 12-13% (m/m) para concentrações acima de 75 g·t-1.

Tabela 4. Parâmetros de filtração dos diferentes sistemas avaliados, com 20% (m/m) de ultrafinos. Os valores entre parênteses correspondem ao desvio padrão dos ensaios em duplicata. Resultados complementares são apresentados nas Figuras 3 e 4.

[TABELA COM AS SEGUINTES INFORMAÇÕES:] Floculante/combinações | Concentração (g·t-1) | Umidade residual da torta (% m/m) | Altura da torta (mm) | Tempo de formação da torta(s) | Permeabilidade da torta (mD)

Branco (sem reagentes)-15,8 (0,5)2219220,9 (7,2)
PAA aniônica10021,6 (1,8)248446,9 (1,5)
Tanino catiônico10013,2 (0,1)2517309,8 (14,6)
PAA-210013,0 (0,1)2322259,1 (36,1)
Surfactante catiônico10013,6 (0,1)1818259,0 (6,0)
PAA-12513,5 (0,1)2211426,6 (28,3)
PAA-114012,5 (0,2)2410497,0 (1,4)
PAA-1 + surfactante catiônico100 + 10014,7 (1,1)229478,0 (24,1)
PAA-1 + NBs revestidas (surfactante catiônico)25 + 2513,3 (0,0)2313360,7 (0,2)
PAA-1 + NBs revestidas (surfactante catiônico)100 + 10012,2 (0,1)2210483,7 (37,7)
PAA-1 + tanino catiônico75 + 7513,1 (0,2)2213361,0 (19,5)

Figura 3. Efeito da concentração de tanino catiônico sobre a umidade residual da torta. Os dados correspondem às médias dos valores em duplicata e às barras de erro associadas ao desvio padrão. Figura 4. Efeito da concentração de poliacrilamida catiônica (PAA-1) sobre a umidade residual da torta. Os dados correspondem às médias dos valores em duplicata e às barras de erro associadas ao desvio padrão.

Para polpas com 30% (m/m) de ultrafinos (Tabela 5), o pré-tratamento com PAA-1 (140 g·t-1) reduziu a umidade para 13-14% (m/m) e quase dobrou a permeabilidade em relação ao branco.

Em contraste, polpas com mais de 40% (m/m) de ultrafinos apresentaram maior retenção de umidade (>15% m/m), devido à maior compressibilidade e menor permeabilidade das tortas. Em altas doses de PAA

Gráfico mostrando a relação entre concentração de tanino catiônico (g/t) e umidade residual da torta (%)
Figura 3. Efeito da concentração de tanino catiônico sobre a umidade residual da torta. Os dados correspondem às médias dos valores em duplicata e às barras de erro associadas ao desvio padrão.

Tabela 5. Parâmetros de filtração dos distintos sistemas, com 30% (m/m) de ultrafinos. Os valores entre parênteses correspondem ao desvio padrão dos ensaios em duplicata. Resultados complementares são apresentados na Figura 5.

Floculante/coagulantes | Concentração (g·t-1) | Umidade residual da torta (%m/m) | Altura da torta (mm) | Tempo de formação da torta(s) | Permeabilidade da torta (mD)

Branco (sem reagentes) | - | 15,7 (0,07) | 24 | 23 | 225,1 (7,0)

PAA-1 | 140 | 13,1 (0,15) | 23 | 12 | 426,4 (1,7)

PAA-1 + tanino catiônico | 50 + 50 | 13,9 (0,01) | 22 | 15 | 321,2 (0,0)

PAA-1 + surfactante catiônico | 100 + 25 | 13,5 (0,24) | 22 | 15 | 335,5 (14,4)

PAA-1 + NBs revestidas (surfactante catiônico) | 50 + 25 | 13,8 (0,01) | 22 | 13 | 395,8 (34,6)

PAA-1 + NBs revestidas (surfactante catiônico) | 100 + 25 | 13,5 (0,15) | 22 | 14 | 346,9 (1,7)

l (>100 g·L-1) e 50% (m/m) de ultrafinos, observou-se comportamento viscoelástico, com formação de flocos excessivamente hidratados e deformáveis, o que inviabilizou a filtração; por isso, esses dados não foram incluídos nos gráficos.

senta uma estrutura densa e pouco conectada. O condicionamento com PAA-1 resulta em uma microestrutura mais aberta, enquanto o tanino catiônico promove uma rede significativamente mais porosa e heterogênea, com macroporos interconectados.

Gráfico mostrando a relação entre concentração de tanino catiônico (g/t) e umidade residual da torta (%)
Figura 3. Efeito da concentração de tanino catiônico sobre a umidade residual da torta. Os dados correspondem às médias dos valores em duplicata e às barras de erro associadas ao desvio padrão.

A análise de área nas imagens (software ImageJ) confirmou aumento da porosidade de ~27% (branco) para ~28% (PAA-1) e ~36% (tanino catiônico), além de macroporos maiores (~70-75 μm) nas tortas tratadas com tanino. Esses resultados corroboram os ganhos de permeabilidade e a redução da umidade residual observados, indicando que a floculação catiônica modifica a arquitetura da torta ao aumentar o diâmetro e a conectividade dos poros.

A floculação com poliacrilamidas e taninos catiônicos gera tortas com maior porosidade que, aliada à hidrofobização parcial promovida por nanobolhas revestidas com tensoativo, reduz a pressão capilar de Laplace, reduzindo as forças de retenção da água intersticial nas tortas e

3.3. Microestrutura das tortas.

As micrografias de MEV (Figura 6) mostram que a torta sem floculante apre-

aumentando, além da eficiência, também a cinética de drenagem das tortas de rejeitos. A equação de Laplace define a pressão capilar (Pc) necessária para remover a água dos poros:

Onde γ é a tensão superficial da água, r é o raio efetivo do poro e θ é o ângulo de contato (hidrofobicidade) na interface água-mineral.

4. Conclusões e considerações finais

1. Atingir umidade residual inferior a 13-14% (m/m) na filtração de polpas com elevado teor de ultrafinos (até 30% m/m) é um marco técnico importante e um avanço para uma gestão de rejeitos mais segura e sustentável, atendendo às exigências da Resolução ANM nº 175/2024 para a disposição de rejeitos filtrados.

2. O ganho de eficiência na filtração a vácuo viabiliza o empilhamento a seco mesmo para rejeitos com 20-30% (m/m) de ultrafinos, reduzindo riscos geotécnicos, aumentando a recuperação de água e mitigando impactos ambientais.

3. Cientificamente, o trabalho preenche uma lacuna: não havia relatos de 13-14% (m/m) de umidade residual por filtração a vácuo em rejeitos de minério de ferro com 20-30% (m/m) de ultrafinos (<10 μm), resultado alcançado por meio de pré-tratamento químico otimizado.

Gráfico mostrando a relação entre concentração de PAA catiônico e umidade residual da torta para diferentes percentuais de ultrafinos (20%, 30% e 50%)
Figura 5. Efeito da concentração de PAA-1 e do percentual (m/m) de partículas ultrafinas (< 10 μm) sobre a umidade residual da torta. Os dados correspondem às médias dos valores em duplicata e as barras de erro associadas ao desvio padrão.

4. Os resultados também avançam a compreensão dos mecanismos multiescala da filtração, mostrando como a química dos floculantes, fenômenos interfaciais e capilaridade microestrutural controlam a formação da torta, a drenagem e a umidade final.

5. O condicionamento químico foi decisivo: poliacrilamida catiônica (PAA-1 ou Superfloc C-498) com tanino modificado (Tanfloc SG) gerou flocos compactos e resistentes, elevando a permeabilidade e a drenagem das tortas. Com ΔP = 0,9 bar, obtiveram-se 12-14% (m/m), próximos ao limite imposto pela retenção da pressão capilar; desempenho similar foi observado com poliacrilamida e com nanobolhas com surfactante, o que confirma a sinergia. Esses resultados elevam o patamar do desaguamento de ultrafinos e sustentam a implementação industrial de filtragem a vácuo para empilhamento a seco no Brasil.

Os autores agradecem o apoio financeiro fornecido pela Vale S.A., bem como o auxílio do CNPq, CAPES e da UFRGS por meio de bolsas e auxílios de pesquisa. Também agradecemos ao Lacer e ao LDSM/UFRGS pelo apoio aos estudos por meio de MEV. Agradecimentos especiais a João Schneider, Ingrid Freitas, Luísa Delfino, Fabrício Lopes e ao técnico Alex Rodrigues por suas contribuições durante o trabalho experimental.

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Gráfico mostrando a relação entre concentração de PAA catiônico e umidade residual da torta para diferentes percentuais de ultrafinos (20%, 30% e 50%)
Figura 5. Efeito da concentração de PAA-1 e do percentual (m/m) de partículas ultrafinas (< 10 μm) sobre a umidade residual da torta. Os dados correspondem às médias dos valores em duplicata e as barras de erro associadas ao desvio padrão.

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