15/09/2015
HOMENAGEM

O que diria Antonio Ermirio se estivesse vivo?

“Se Antonio Ermírio estivesse vivo, ele diria que o cenário político e econômico atual do Brasil não parece nada bem, mas certamente aconselharia todos a não desistir do Brasil”. Foi o que disse o filho do empresário, Luis Ermírio de Moraes, em agradecimento à homenagem que foi prestada ao seu pai na cerimônia de abertura do 16o. Congresso Brasileiro de Mineração e Exposibram 2015, que acontecem em Belo Horizonte (MG), de 14 a 17 de setembro.

Ele acrescentou que, mesmo em tempos difíceis, caracterizados por governos autoritarios, infraestrutura precaria hiperinflação e baixa credibilidade institucional, Antonio Ermírio de Moraes nunca desistiu de seus ideais e sempre tinha uma palavra de incentivo para aqueles que se mostravam desanimados. “Com trabalho duro, sempre é possível se alcançar os objetivos”, salientou.

Além de Antonio Ermírio de Moraes o Instituto Brasileiro de Mineração, que organiza o congresso, prestou homenagem a mais dois profissionais do setor, também já falecidos: Francisco Moacyr de Vasconcelos e Rinaldo Campos Soares. O primeiro, que teve importante atuação em sua passagem pelo DNPM e CPRM, foi um dos responsáveis para que a Província Mineral de Carajás ficasse sob o controle de brasileiros, conforme lembrou o presidente do Ibram, José Fernando Coura. Na época, Carajás pertencia à United States Steel e foi transferido, mediante indenização, para a então Companhia Vale do Rio Doce. Já o engenheiro Rinaldo Campos Soares teve grande atuação na área de siderurgia, à frente da Usiminas.

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