09/02/2017
AGREGADOS

Entidades do RS encaminham reivindicações

No dia 6 de fevereiro aconteceu a primeira reunião mensal de 2017 do Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul - Sindibritas e da Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro – Agabritas. O encontro teve como pauta principal a apresentação das demandas do segmento para 2017 ao governo estadual. O presidente Pedro Antônio Reginato, demais diretores e associados receberam o secretário estadual de Minas e Energia, Artur Lemos, para apresentar as reivindicações do setor visando o incremento econômico e social da atividade mineradora do Rio Grande do Sul.

“Esta é mais uma etapa importante do processo que desenvolvemos há algum tempo de estreitar as relações entre os poderes públicos e as entidades que defendem os interesses da mineração gaúcha. Nossos pleitos foram apresentados ao secretário e esperamos contar com o apoio dele e do governador Sartori para retomarmos o crescimento do nosso setor. Encaminhamos demandas que, sendo atendidas, certamente trarão perspectivas melhores para o segmento em 2017 e nos próximos anos”, afirmou o presidente Pedro Antônio Reginato. As entidades solicitaram ao governo gaúcho que assuma a responsabilidade e o dever de implementar ações técnicas para manter sadio o setor de agregados.

Entre as demandas encaminhadas ao governo estão a consolidação do Comitê de Planejamento de Mineração do Rio Grande do Sul (COMERGS), como colegiado consultivo e deliberativo da pasta; a criação de um órgão, na estrutura básica da secretaria, com a finalidade de executar as políticas e decisões emanadas pelo COMERGS, diretamente ou através de convênios ou licitações; a finalização e implementação do Plano Estadual de Mineração; a realização de um diagnóstico detalhado do setor, revelando estrutura organizacional e determinando sua importância econômica e social; o planejamento e o fomento da abertura de novas frentes de mineração de agregados para evitar transtornos na construção civil, sendo a mais urgente a liberação da atividade mineradora no Lago Guaíba; estabelecer políticas visando adequada ocupação territorial; fortalecer as entidades de representação classista e buscar a redução das taxas da Fepam sobre areia e brita.