25/05/2017
ALUMÍNIO

ABAL inaugura Centro Cultural

A Associação Brasileira do Alumínio - ABAL inaugurou recentemente o Centro Cultural do Alumínio – CCAL, “um espaço público e democrático de convivência e informações sobre esse metal que se reinventa há mais de 100 anos”, segundo a entidade. O CCAL será o ponto de contato institucional entre a indústria e a sociedade, além de difusor da cultura e história ligadas ao alumínio.
 
“Trata-se de um centro de valorização do alumínio; o metal está presente no projeto arquitetônico, na ambientação e no seu acervo com mais de quatro mil itens entre livros, periódicos, produtos, objetos históricos e obras de arte”, ressalta Milton Rego, presidente executivo da ABAL.
 
O Centro Cultural, que recebeu incentivo do Ministério da Cultura – Lei Rouanet – é mantido pela ABAL e está instalado na sede da entidade. O local é dotado de condições físicas, tecnológicas e de mobiliário para atender ao público, podendo receber eventos, exposições, workshops e visitas organizadas.
 
A viabilização do CCAL foi possível também graças ao patrocínio das empresas associadas: Alcoa, Companhia Brasileira de Alumínio – CBA, Grupo ReciclaBR, Hydro e Novelis.
 
Mineração Responsável
 
A entidade também lançou o Relatório Bauxita no Brasil - Mineração Responsável e Competitividade, que apresenta uma análise da indústria brasileira de bauxita no ano de 2015, bem como os seus desafios e oportunidades. 
“Com a iniciativa, esperamos difundir a realidade da mineração de bauxita no Brasil e apontar rumos sustentáveis para melhor aproveitar os recursos minerais com os quais nosso país foi beneficiado. Este já é um fator diferencial do nosso mercado e só tende a crescer”, afirma Milton Rego. 
 
Segundo o relatório, o Brasil ocupou o terceiro lugar na produção mundial de bauxita, com 37 milhões de toneladas, atrás da Austrália (81 milhões t) e China (65 milhões t). Segundo a ABAL, as empresas que produzem bauxita no Brasil (Alcoa, CBA, Hindalco, Norse Hydro, MRN, Rio Tinto e South32) “adotam as melhores práticas ambientais e buscam, através de programas estruturados, impulsionar a atividade minerária como um catalisador de desenvolvimento socioeconômico local”.