23/03/2017
ENGENHARIA DE MINAS

20 melhores escolas não incluem o Brasil

A QS World University divulgou, no início de março, um ranking com as melhores universidades do mundo em 46 áreas individuais. As classificações são baseadas em dados para a reputação acadêmica de um levantamento de mais de 70 mil acadêmicos, citações de pesquisa por papel e seu chamado índice H que mede o impacto de um estudioso ou cientista. A Engenharia de MInas tem 51 entradas e o nível superior é dominado por universidades dos Estados Unidos, Austrália e Canadá. O principal diferencial do ranking QS de listas de instituições educacionais é o último critério - a reputação do empregador. Uma pesquisa de mais de 40 mil empregadores classifica as escolas de acordo com a qualidade dos recrutas. O ranking de engenharia mineral e de mineração foi introduzido pela primeira vez no ano passado.

Na área de mineração, a instituição que se destaca é a Colorado School of Mines, estabelecida em 1859, com avaliação bem acima da concorrência e pontuação superior a 90. Fundada em 1986, a Curtin University na faculdade de mineração da Austrália Ocidental, disparou da 19º posição para o segundo lugar à frente da Universidade de Queensland, que também subiu sete lugares no ranking.

A King Fahd University of Petroleum & Minerals, da Arábia Saudita, ficou fora do top 20, enquanto a Universidade da África do Sul, de Witwatersrand, está em 22º lugar depois de cair quatro posições. Também foram do top 20 ficaram a Indian School of Mines (ISM) da Universidade, Dhanbad, na posição 24 e a chinesa Universidade de Mineração e Tecnologia com base em Xuzhou, em 27 º lugar. O Brasil não figura entre as 20 melhores (apenas a Universidade de São Paulo se classifica entre as 25), enquanto o Chile ocupa a quarta colocação.

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